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Fim dos alagamentos: veja como será a nova megaobra de drenagem em Umuarama

A estrutura contará com tubos de grande porte, permitindo maior vazão das águas pluviais durante períodos de chuva intensa.


Economia

29/05/2026 às 10:14

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O trajeto passará pelas avenidas Castelo Branco e Flórida, além da rua Bahia, avançando pela rua Governador Ney Braga e cruzando as avenidas Paraná e Brasil até chegar ao Centro Comercial Piemont (Foto: Click Umuarama)

A nova obra de drenagem pluvial de Umuarama, considerada uma das maiores da história do município, terá 1.460 metros de extensão e utilizará 2.539 metros de tubulação em PEAD (Polietileno de Alta Densidade), material apontado como mais resistente, durável e de instalação mais rápida que os sistemas tradicionais em concreto. O investimento será de R$ 16,5 milhões, com recursos do Fundo Estadual de Meio Ambiente.

O projeto foi desenvolvido para solucionar antigos problemas de alagamentos registrados na região central da cidade. A estrutura contará com tubos de grande porte, variando entre 1,5 metro e 3 metros de diâmetro, além de peças com até 15 metros de comprimento, permitindo maior vazão das águas pluviais durante períodos de chuva intensa.

A execução começou pelo Bosque do Índio e seguirá por importantes corredores urbanos de Umuarama. O trajeto da tubulação passará pelas avenidas Castelo Branco e Flórida, além da rua Bahia, avançando pela rua Governador Ney Braga e cruzando as avenidas Paraná e Brasil até chegar ao Centro Comercial Piemont.

Na sequência, a obra continuará pela avenida Dr. Rui Ferraz de Carvalho, passando novamente pela avenida Flórida e pela avenida Apucarana. O sistema também atravessará o Bosque Uirapuru e o Estádio Lúcio Pipino, chegando até a avenida São Pedro, formando um novo eixo de drenagem para ampliar a capacidade de escoamento da água da chuva.

De acordo com o detalhamento apresentado pela Prefeitura, serão necessárias escavações profundas em vários trechos da região central, chegando a até seis metros de profundidade. Por conta disso, a obra irá provocar impactos no trânsito, no acesso a residências e também no funcionamento de empresas localizadas ao longo do trajeto.

A escolha pelo sistema em PEAD foi um dos destaques técnicos do projeto. Além da maior resistência contra impactos e corrosão, o modelo permite uma execução mais rápida. A estimativa é de que toda a obra seja concluída em sete meses, enquanto um sistema convencional em concreto levaria aproximadamente 20 meses para ser finalizado.