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Forças de segurança retomam buscas por desaparecidos nesta segunda-feira

Equipes continuam mobilizadas com embarcações, drones e cães farejadores na região do Porto Novo.


Policial

11/08/2025 às 10:11

2 minutos de leitura

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As equipes concentram os trabalhos na região do Porto Novo (Foto: Corpo de Bombeiros)

As buscas pelos quatro homens desaparecidos em Icaraíma, na região de Umuarama, foram retomadas na manhã desta segunda-feira (11). As equipes de resgate e investigação concentram os trabalhos na região do Porto Novo. Este é o quinto dia consecutivo de buscas intensas na tentativa de localizar os desaparecidos.

O domingo (10) terminou sem avanços significativos. As forças de segurança encerraram os trabalhos por volta das 18h sem localizar novos vestígios. As ações envolvem o uso de tecnologias como sensores térmicos, embarcações com sonar, drones e cães farejadores, além de helicópteros do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA).

Participam da operação agentes da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, além de reforços da Força Nacional e bombeiros especializados vindos de Curitiba. O trabalho continua sendo realizado por terra, água e ar, com varreduras nas áreas de mata e nas margens do rio.

Os desaparecidos são Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza. Três deles, naturais de São José do Rio Preto (SP), teriam vindo até o Paraná a mando de Alencar para cobrar uma dívida de aproximadamente R$ 1 milhão. Após um encontro com o suposto devedor no dia 5, o grupo não foi mais visto.

Segundo a Polícia Civil, a principal hipótese investigada é de que os quatro tenham caído em uma emboscada planejada por Antônio Buscariollo e Paulo Ricardo Costa Buscariollo, pai e filho que estão foragidos. Ambos são considerados suspeitos centrais no desaparecimento do grupo.

As forças de segurança pedem a colaboração da população. Informações que possam ajudar na localização dos desaparecidos ou dos suspeitos podem ser repassadas anonimamente pelo telefone 190. A operação segue sem prazo para encerrar, até que haja uma resposta concreta sobre o paradeiro das vítimas.